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Regras de aposentadoria em 2026: veja o que muda e como se planejar

  • Foto do escritor: Felipe Lordelo
    Felipe Lordelo
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura
Casal de idosos analisando documentos de aposentadoria com celular do INSS, calendário, carteiras de trabalho, gráficos financeiros e cofrinho com dinheiro.

Quem está se aproximando da aposentadoria precisa redobrar a atenção a partir de 2026. As regras previdenciárias continuam passando por ajustes graduais, previstos desde a Reforma da Previdência de 2019, e impactam diretamente quem já contribuía antes de novembro daquele ano. Essas mudanças ocorrem nas chamadas regras de transição, criadas justamente para suavizar a passagem entre o modelo antigo e o atual.


Na prática, isso significa que idade mínima e pontuação exigida aumentam, tornando o planejamento previdenciário ainda mais importante para evitar surpresas no momento do pedido do benefício junto ao INSS.


O que muda na prática em 2026?


Uma das principais alterações ocorre na regra da idade mínima progressiva. O tempo de contribuição permanece o mesmo, mas a idade mínima sobe seis meses por ano. Em 2026, mulheres precisarão ter 59 anos e seis meses, enquanto os homens deverão atingir 64 anos e seis meses, mantendo-se os tempos mínimos de contribuição de 30 e 35 anos, respectivamente.


Outra mudança relevante está na regra dos pontos, que soma idade e tempo de contribuição. A pontuação exigida também aumenta anualmente. Em 2026, serão necessários 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens, sempre respeitando o tempo mínimo de contribuição.


Algumas regras permanecem inalteradas, como o pedágio de 50% e o pedágio de 100%, voltadas a quem já estava muito próximo da aposentadoria em 2019. Além disso, a regra geral por idade segue a mesma: 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, com os tempos mínimos de contribuição previstos em lei.


Quais os impactos para sua empresa e para o trabalhador?


Essas mudanças afetam diretamente o planejamento financeiro e previdenciário de empresários, gestores e colaboradores. Um erro de enquadramento ou a escolha da regra inadequada pode resultar em aposentadoria mais tardia ou em um benefício menor do que o esperado. Além disso, o cálculo do valor do benefício considera agora a média de 100% dos salários desde 1994, o que reforça a importância de uma análise detalhada do histórico contributivo.


Ferramentas como o simulador disponível no Meu INSS ajudam a ter uma estimativa, mas não substituem uma avaliação técnica.


Infográfico “Aposentadoria 2026: novas regras” com idade mínima progressiva, sistema de pontos, tabela por ano e exigências para homens e mulheres.

Orientação da B&B Barreto Contabilidade


Diante de um cenário previdenciário cada vez mais técnico e cheio de particularidades, a recomendação é clara: planejamento é indispensável. Cada caso possui nuances próprias, como direito adquirido, períodos especiais ou estratégias mais vantajosas de enquadramento.


A B&B Barreto Contabilidade acompanha de perto essas mudanças e orienta empresas e profissionais na análise previdenciária, ajudando a tomar decisões seguras, evitar prejuízos e garantir tranquilidade no futuro.

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