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INSS altera regras da Reabilitação Profissional: veja o que muda para empresas e segurados em 2026

  • Foto do escritor: Felipe Lordelo
    Felipe Lordelo
  • 24 de fev.
  • 2 min de leitura
Empresário analisando mudanças nas regras de reabilitação profissional do INSS

A Instituto Nacional do Seguro Social publicou a Portaria DIRBEN/INSS nº 1.333/2026, promovendo mudanças importantes nas regras da Reabilitação Profissional (RP). A norma ajusta procedimentos internos, mas seus efeitos impactam diretamente empresas que possuem empregados afastados por incapacidade.


As alterações trazem mais rigor no controle de faltas, novas hipóteses de encerramento do processo e regras claras para conversão de benefício em aposentadoria por incapacidade permanente.


Para empresários e gestores de RH, entender essas mudanças é essencial para evitar passivos trabalhistas e previdenciários.


O que muda na prática?


A nova portaria reforça que todos os agendamentos da Reabilitação Profissional têm caráter convocatório. A ausência pode ser considerada abandono, com suspensão do benefício.


O reagendamento passa a ser exceção. O segurado deverá se manifestar em até sete dias corridos após a falta e apresentar justificativa plausível — sem necessidade de comprovação documental. Caso contrário, o benefício pode ser suspenso, com prazo de 60 dias para defesa.


Outra mudança relevante: segurados com indícios de recuperação, agravamento do quadro ou gestantes cuja condição interfira na reabilitação poderão ser encaminhados novamente à Perícia Médica Federal.


A norma também detalha situações em que o segurado não precisa de reabilitação, como quando já possui qualificação compatível com suas restrições ou mantém vínculo empregatício ativo.


Além disso, passa a ser possível a chamada “alta a pedido”, quando o próprio segurado solicita o encerramento do benefício.


Quais os impactos para sua empresa?


Empresas precisam acompanhar de perto empregados afastados e encaminhados à Reabilitação Profissional.


Se o colaborador faltar e tiver o benefício suspenso, pode haver reflexos trabalhistas. Também há impacto quando o INSS entende que o empregado já está apto para retornar ou quando converte o benefício em aposentadoria por incapacidade permanente.


Outro ponto relevante é a análise de compatibilidade da função exercida na empresa com as restrições médicas. O INSS poderá cruzar informações e até realizar pesquisa externa.


Isso exige atenção redobrada do RH e alinhamento com o departamento jurídico e contábil.


Orientação da B&B Barreto Contabilidade


Mais do que uma mudança administrativa, essa atualização reforça o controle do INSS sobre afastamentos e reabilitação. Para a empresa, o risco está na falta de acompanhamento.


É fundamental monitorar empregados afastados, manter registros atualizados e agir rapidamente diante de notificações. Em muitos casos, decisões previdenciárias impactam diretamente o contrato de trabalho.


A B&B Barreto Contabilidade orienta na análise preventiva dessas situações, auxiliando na interpretação das decisões do INSS e na adoção das medidas mais seguras para evitar contingências futuras.


Se sua empresa possui colaboradores em benefício por incapacidade, este é o momento ideal para revisar procedimentos internos.

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