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Nova lei regulamenta a Acupuntura no Brasil e amplia oportunidades para profissionais da saúde

  • Foto do escritor: Felipe Lordelo
    Felipe Lordelo
  • 22 de jan.
  • 2 min de leitura
Profissional de saúde realiza sessão de acupuntura em uma mulher deitada em maca, em ambiente clínico claro e organizado, com agulhas sendo aplicadas na região da cabeça e materiais de acupuntura ao lado.

A acupuntura passou a contar, a partir de janeiro de 2026, com uma regulamentação federal própria. A Lei nº 15.345/2026, sancionada pelo presidente, estabelece quem pode exercer a atividade, quais são as atribuições do profissional e como a prática passa a se integrar oficialmente ao sistema de saúde.


Na sequência, o Conselho Federal de Fonoaudiologia publicou a Resolução CFFa nº 807/2026, criando a especialidade de Acupuntura dentro da Fonoaudiologia.


Na prática, o novo marco legal traz mais segurança jurídica para profissionais, clínicas e empresas da área da saúde, além de padronizar critérios de atuação e formação.


O que muda na prática?


A nova lei define a acupuntura como um conjunto de técnicas terapêuticas voltadas ao equilíbrio das funções físicas e mentais, realizadas por meio de agulhas e outros procedimentos próprios.


O exercício profissional passa a ser permitido a quem possui graduação superior em acupuntura, diploma estrangeiro validado, ou a profissionais de saúde com título de especialista reconhecido por seus conselhos. Também foi garantido o direito adquirido a quem já atuava há pelo menos cinco anos antes da publicação da lei.


Outro ponto relevante é a autorização para que profissionais da saúde utilizem procedimentos específicos de acupuntura dentro de suas atividades regulares, desde que cumpram cursos de extensão reconhecidos.


Já a Resolução CFFa nº 807/2026 cria oficialmente a especialidade de Acupuntura para fonoaudiólogos, detalhando competências, técnicas permitidas e campos de atuação, que vão de clínicas e consultórios até políticas públicas de saúde.


Quais os impactos para sua empresa?


Clínicas, consultórios e instituições de saúde passam a operar em um ambiente mais regulado, o que exige atenção à qualificação dos profissionais, aos registros junto aos conselhos e ao cumprimento das normas de biossegurança. Empresas que oferecem serviços de acupuntura ou práticas integrativas precisam revisar contratos, enquadramento profissional, responsabilidade técnica e rotinas internas.


Para profissionais da saúde, especialmente fonoaudiólogos, a criação da especialidade abre novas oportunidades de atuação, mas também impõe obrigações formais, como titulação reconhecida, prontuário adequado e observância rigorosa das normas legais.


Orientação da B&B Barreto Contabilidade


A regulamentação da acupuntura representa um avanço importante, mas também exige organização administrativa, contábil e tributária. A B&B Barreto Contabilidade orienta que clínicas e profissionais revisem seu enquadramento jurídico, contratos de prestação de serviços e registros profissionais, garantindo total conformidade com a nova legislação. Nosso papel é ajudar você a crescer com segurança, aproveitando as oportunidades que a lei traz, sem riscos fiscais ou regulatórios no caminho.

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